Reprodução / ESPNUma equipe animada, colorida e cheia de entusiasmo. Contra um ambiente monótono, passivo, em total desordem. Fiorentina-Roma é acima de tudo isso, um desafio sem igual em termos de química, empatia, coragem. E por isso é normal que a Viola leve para casa sem muito esforço (5-1), muito mais forte neste momento do que uma Roma que é em muitos aspectos inapresentável. Já havia alarmes na casa dos Giallorossi em partidas anteriores, mas desta vez viraram alarmes vermelhos. A equipe parece não acreditar mais em Juric, ao contrário do que acontece do outro lado, onde Palladino assumiu o comando do barco e o leva para destinos exóticos. Assim veio a quinta vitória consecutiva do Viola (capaz de marcar 15 gols em 8 dias), contra mais um péssimo desempenho dos Giallorossi. Juric corre um risco muito elevado, o regresso de De Rossi é uma hipótese concreta (mas para alguns há também a sugestão de Mancini...).
Você pode notar imediatamente a diferença, desde o início. A Fiorentina corre, constrói, luta. A Roma (que desta vez alinha no 3-5-2) avança por inércia, parece estar lá apenas porque tem que estar, não porque acredita nisso. Assim, aos 9 minutos, os donos da casa já estão na frente com uma diagonal de Kean. O golpe não acorda os Giallorossi, na verdade quase os nocauteia. Tanto que a Fiorentina vem de todos os lados, o meio-campo da Roma é vazado e os contra-ataques da Viola sempre machucam. Kean esteve perto de marcar mais duas vezes, Dodò chutou alto e, aos 15 minutos, o patatrac de Celik, que se suicidou ao chutar desajeitadamente Bove na grande área: Beltran vai para o pênalti para fazer o 2 a 0. Depois é Cataldi quem volta a ficar perto de marcar, enquanto o primeiro remate (devolvido) da Roma só chega aos 25 minutos, com Cristante. Aí Juric decide trocar e na meia hora manda Koné e Zalewski para Cristante e Angelino. E o francês acendeu repentinamente a luz, aos 39 minutos, com um chute de fora que acertou na esquerda de De Gea. É um flash, nada mais, tanto que dois minutos depois Kean recupera a distância com assistência de Bove. E Roma imediatamente cai na escuridão total.
Baldanzi é a outra jogada de Juric, no início do segundo tempo, lançado ao lado direito, com Celik atuando como braço defensivo no lugar de Mancini. Mas de pouca utilidade, se é que serviu, porque pouco depois Bove também marcou o gol do ex, com Hermoso ainda como uma estatueta. E então é Dybala quem tenta dar aos Giallorossi algum espaço para respirar com uma cobrança de falta, mas De Gea milagrosamente desvia o chute para a trave. Só que agora os espaços são enormes, as marcações desapareceram completamente, tal como as referências. É um jogo que prospera essencialmente em duelos e reinicializações. Gosens chega perto de fazer 5 a 1, Hermoso é expulso (dois amarelos em 5 minutos) e Svilar defende Sottil. Entra também um gatinho perdido, muito mais rápido que o Giallorossi. O 5-1 veio logo a seguir, num infeliz go contra de Hummels, que havia entrado pouco antes para a sua estreia pela Roma. Depois Svilar evita outros gols além das defesas sobre Sottil (dois) e Gosens, até ao apito final. Para Roma é uma escuridão profunda, para Viola um momento de entusiasmo total.
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