Reprodução Fédération Française de FootballManu Koné abriu o jogo em entrevista aos canais oficiais da seleção francesa. O meio-campista da Roma falou sobre sua trajetória no futebol, pontos fortes e fracos como atleta, além de comentar sua experiência vestindo a camisa giallorossa.
O jogador começou relembrando os primeiros anos da carreira: "Com o tempo, começaram a falar de mim, mas no início ninguém me notava por causa da minha timidez. Eu sempre ficava na sombra, então precisava me provar e fazer as pessoas entenderem que eu também estava em campo. Sabia que não era a peça central do time e que teria que trabalhar sempre. Nunca estive sob os holofotes, sempre ficava nos bastidores. Ninguém dizia: 'Ah, naquela equipe tem o Koné'. Por isso, sempre tive que demonstrar meu valor".
Sobre seu estilo de jogo, o volante destacou que aprecia a marcação e o sacrifício pela equipe, embora reconheça ter qualidades ofensivas que muitas vezes passam despercebidas. Ele afirmou possuir boa técnica para conduzir a bola do setor defensivo ao ataque, apesar de admitir limitações na finalização - aspecto que pretende aprimorar. O jogador também mencionou não se considerar um grande driblador, mas ter domínio de fundamentos variados.
Sobre defender as cores da França, o atleta explicou: "Quando sou convocado para a seleção, procuro fazer o que o treinador me pede. Em campo, cada um deve cumprir seu papel para alcançar o objetivo. Estou sempre tranquilo e me adaptei bem, já que estou aqui há cerca de um ano. Converso e rio com todo mundo. As pessoas podem achar que sou um cara frio, mas na verdade sorrio bastante e gosto de brincar. Comigo ninguém fica entediado".
Koné falou com carinho sobre suas origens: "Nasci no bairro La Garenne-Colombes, lá tenho as melhores lembranças da infância, apesar de nem tudo ser perfeito. Tenho familiares que ainda moram lá e todos os meus amigos estão lá. Inclusive meu torneio, a MK Cup, acontece lá. Desde criança sonhava em organizar esse campeonato e a inspiração veio de William Gallas, que organizou um torneio na minha cidade. Foi um sonho para mim. Esse torneio me permite me reconectar todos os anos com minha cidade".
Sua trajetória profissional começou no Paris FC, passou pelo Toulouse durante aproximadamente meia década, seguiu para o Borussia Mönchengladbach e chegou à Roma. Koné observou diferenças culturais marcantes entre os países onde atuou, desde a alimentação até a complexidade do idioma alemão. Na Itália, ele já consegue se comunicar em italiano e notou particularidades táticas da Serie A, competição que exige maior consciência defensiva e capacidade de adaptação.
A participação nos Jogos Olímpicos de Paris representou momento especial na vida do atleta. Ele descreveu a experiência como extraordinária, ressaltando o apoio da torcida e a conquista da medalha de prata, apesar da derrota na decisão. Koné valorizou os vínculos criados com diversos companheiros daquele elenco e o privilégio de trabalhar sob comando de Thierry Henry, além de notar que vários integrantes do grupo olímpico hoje integram a seleção principal.
Para encerrar, o jogador sintetizou sua conexão com o futebol em uma palavra: paixão. Ele recordou que na infância passava horas fora de casa dedicando-se ao esporte e que esse amor permanece como fundamento de sua relação com o jogo.
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