A era pós-Mourinho marca uma mudança drástica na política de aproveitamento dos jovens da Roma. Depois de um período em que 13 jogadores da base foram promovidos pelo treinador português, agora apenas o meio-campista Pisilli mantém-se no elenco principal.
O caso mais recente que ilustra esta nova realidade é o do promissor goleiro ítalo-brasileiro Marin, que já se prepara para uma mudança para Paris. O jogador deve assinar com o PSG em junho, saindo de graça - uma perda que Ghisolfi ainda tenta evitar com uma proposta de contrato de cinco anos avaliado em 600 mil euros por temporada. Marin, que despertou interesse também de Juventus e Inter, parece determinado a aceitar a proposta francesa. A demora nas negociações para renovação pode custar caro à Roma, que corre o risco de perder um atleta que foi titular da seleção italiana sub-19 no último Europeu da categoria.
Esta não é uma situação isolada. Outros jovens talentos como Mannini, Romano, Misitano e Golic, destaques do time Primavera de Falsini, também podem deixar o clube em junho, frustrados com a falta de oportunidades no time principal.
A atual gestão contrasta fortemente com a era Mourinho, quando o clube se destacava pelo aproveitamento de jovens. Entre 2021 e janeiro de 2024, o "Special One" promoveu 13 jogadores da base. Afena-Gyan foi o pioneiro, tornando-se o primeiro nascido em 2003 a estrear pela Roma na Serie A, além de marcar dois gols decisivos contra o Genoa.
A lista seguiu com nomes como Missori, Volpato (vendido ao Sassuolo), Keramitsis, Tahirovic (negociado com o Ajax), Faticanti, Majchrzak, e o próprio Pisilli. Na última temporada sob comando de Mourinho, ainda surgiram Pagano, D'Alessio, Cherubini, Joao Costa e Mannini - este último agora cobiçado pela Udinese.
Pisilli, único remanescente desse grupo, ainda aguarda uma proposta de renovação, recebendo atualmente apenas 70 mil euros. Apesar de manifestar desejo de permanecer, seu contrato está próximo do fim e clubes da Premier League monitoram a situação.
Sob os comandos de De Rossi, Juric e Ranieri, nenhum outro jovem da base estreou no time principal, enquanto reforços estrangeiros como Sangarè, Dahl e Gourna-Douath foram contratados. Esta ruptura com a tradição do clube - que revelou ídolos como Di Bartolomei, Totti, De Rossi e Giannini - contradiz a declaração de Ghisolfi em outubro: "O setor de base é muito importante, queremos continuar apoiando nossos jovens." Até agora, as ações parecem indicar um caminho diferente.
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