Texto por Colaborador: Redação 01/01/2026 - 03:30

Quarto lugar na tabela. Sete pontos à frente do Bologna (potencialmente quatro pontos à frente), nove à frente da Lazio, onze à frente da Atalanta, uma comparação implacável com a Fiorentina - todas equipes que nos últimos anos frequentemente terminaram com folga na frente da Roma.

Quarto lugar na tabela com uma média de pouco mais de um gol por jogo. Isso apesar das lacunas estruturais que não foram eliminadas pela última janela de transferências, que, aliás, produziu a excelente contratação de Wesley, a muito útil e gradual introdução de El Aynaoui, e a esperança de que Ziolkowski continue no caminho que vem trilhando, enquanto se aguarda a chegada de Ghilardi, com a expectativa de que Ferguson mude a opinião de todos e mantenha no elenco jogadores que pareciam certos de sair no verão (Pellegrini, Baldanzi, Dovbyk, em parte Pisilli e Hermoso).

Conquista não deve ser subestimada

O quarto lugar conquistado na primeira metade da temporada não deve ser subestimado. Principalmente porque seus rivais (cinco times disputando quatro vagas) têm elencos maiores e mais completos.

Quase tudo no futebol é discutível, da formação à escalação inicial. Os números são inegáveis. A Roma não ganhará a taça por ter terminado o ano à frente de todos os outros - certos rankings só servem para encher os jornais durante as festas de fim de ano -, mas isso demonstra que o trabalho de técnicos sérios, bem preparados e obcecados, ao contrário do que esta cidade, filha do "nós nos amamos" e do "somos todos irmãos, todos Bros", muitas vezes abraça, pode dar frutos.

Com uma janela de transferências adequada, a Roma terá as armas necessárias para retornar à zona de classificação para a Liga dos Campeões depois de uma longa ausência. Esse esforço é necessário e o momento é oportuno.

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