Texto por Colaborador: A. Rother 11/06/2026 - 17:40

Até o dia 30 de junho, esse é o único assunto que importa em Trigoria. O clube trabalha sem parar para fechar as contas e bater a meta de 60 milhões de euros em receitas antes do prazo. O dinheiro pode vir das saídas dos jogadores mais valiosos do elenco, mas também de vendas menores, que incluem nomes como o de Ziolkowski. Uma coisa é certa: esse número precisa ser alcançado.

Nos últimos dias, chegou a ganhar força a hipótese de um adiamento — ou seja, prorrogar o acordo com a UEFA para o próximo ano. A ideia, porém, não convenceu. Os Friedkin querem resolver o problema de uma vez por todas. É nesse contexto que, segundo informações divulgadas por Andrea Di Caro nos microfones da Rádio Manà Manà Sport Roma, o clube estaria determinado a encerrar o processo dentro do prazo estabelecido, colocando um ponto final definitivo nessa situação até 30 de junho.

Ainda assim, existe uma margem de tolerância. Caso a Roma não consiga atingir o valor integral, uma diferença entre 10 e 15 milhões de euros não seria considerada um fracasso. Pelo contrário — um resultado próximo da meta seria interpretado como um sinal de seriedade e comprometimento pelas entidades reguladoras, suficiente para uma avaliação positiva e para permitir que o clube finalize o processo na próxima temporada.

Essa mudança repentina de perspectiva levanta suspeitas de que algo relevante no campo das saídas está prestes a acontecer. Uma grande venda segue sendo a saída mais concreta. Os nomes que rondam o mercado são os de sempre: de Koné a Ndicka. E com os rumores de interesse do Arsenal pelo francês, o cenário pode mudar rapidamente. O fato é que os Friedkin querem encerrar esse pesadelo o quanto antes. E o fim pode chegar antes do esperado — ao custo de uma despedida que vai doer muito para a torcida giallorossa.

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