Texto por Colaborador: Redação 07/02/2026 - 04:00

Desde que assumiram o comando do clube, os Friedkin deixaram claro que possuem ambições elevadas e pretendem expandir a marca Roma ao redor do mundo.

Em 2020, Ryan Friedkin definiu a Roma como um "gigante adormecido", pronto para despertar e mostrar todo o seu potencial ainda não explorado. Os próximos cinco anos serão decisivos para que o clube giallorosso dê o salto de qualidade necessário, começando pelo retorno à Champions League após quase oito anos de ausência.

A família americana tem metas ousadas: nos próximos cinco anos, após reorganizar o clube depois da gestão Pallotta, o objetivo é primeiro voltar a disputar a principal competição europeia e, em seguida, conquistar o scudetto.

Investimentos milionários e sonho do título

O estádio em Pietralata é o projeto mais ambicioso na mente da propriedade, mas está longe de ser o único, segundo informações do Corriere dello Sport. Os Friedkin querem aumentar drasticamente as receitas, mas isso exige um esforço conjunto. No mercado de transferências, a gestão americana já investiu cerca de 200 milhões de euros, a maior parte em jogadores sub-24.

Claudio Ranieri, assessor sênior da Roma, lembrou à Sky Sport que as regras do Fair Play Financeiro são rigorosas e que salários fora da realidade não são viáveis.

O patrimônio da propriedade americana gira em torno de 10 bilhões de dólares, e o projeto do novo estádio teria impacto impressionante sobre a cidade, gerando lucros estimados em aproximadamente 3,3 bilhões de dólares.

Para contribuir com o crescimento do clube, os Friedkin estão considerando o retorno de Francesco Totti ao quadro dirigente. Como revelou Ranieri ontem, o ex-capitão pode em breve assumir uma função executiva em sua amada Roma.

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