Texto por Colaborador: A. Rother 20/05/2026 - 02:00

A Roma segue em busca do nome certo para ocupar a cadeira de diretor esportivo, e a definição do cargo ganha ainda mais peso com a possível classificação para a Champions League. Afinal, quem assumir a função terá em mãos um clube com músculo financeiro reforçado — e uma série de decisões difíceis pela frente.

Só a diferença entre terminar em quarto lugar em vez de sexto já representa 2,5 milhões de euros a mais. Acrescente a isso os aproximados 45 milhões garantidos pela participação na Champions — que, com bônus por resultados e a renda estimada em cerca de 15 milhões apenas pelas partidas em casa na fase de grupos, pode superar os 60 milhões —, e fica evidente que o cenário muda bastante.

Mesmo assim, o novo diretor esportivo não terá vida fácil. O settlement agreement com a UEFA continua exigindo sacrifícios: será necessário vender ao menos dois jogadores de peso, ou então um grande nome mais alguns atletas de segundo escalão, como Ziolkowski.

D'Amico na frente, mas Paratici também está na disputa
Segundo o Corriere della Sera, o candidato que lidera a corrida é Tony D'Amico. A ligação com Gian Piero Gasperini — com quem já trabalhou em Bergamo — torna essa uma pista bastante quente. Mas o nome de Fabio Paratici não deve ser descartado. O Il Tempo ainda amplia o leque de candidatos, citando também Sogliano, Tognozzi e Giaretta como nomes em avaliação.

Nos bastidores, uma novidade: a área de scouting do clube pode ser reforçada com a chegada de Michele Fratini. No campo das renovações, o otimismo é real — há confiança nos acertos com Dybala, Pellegrini e Celik. A Roma, enfim, saiu do imobilismo. O clube corre em direção ao futuro.

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