Texto por Colaborador: A. Rother 16/09/2026 - 09:10

A análise do Il Messaggero sobre Marten De Roon mostra como sua chegada à Roma rapidamente dissipou as controvérsias iniciais. O volante holandês, de 35 anos, desembarcou nos últimos dias da janela de verão, em meio à saída de El Aynaoui e às críticas de parte da torcida giallorossa, que lembrava provocações antigas nas redes sociais quando ele defendia a Atalanta.

Logo ao chegar, De Roon pediu desculpas e se colocou à disposição. Apesar de ter somado apenas 35 minutos entre Serie A e Liga dos Campeões, seu impacto já foi considerado positivo. Ele conhece o jogo de Gian Piero Gasperini de memória — foram 361 partidas juntos, mais do que qualquer outro atleta sob o comando do técnico — e sua experiência é vista como um luxo para o elenco da Roma.

A despedida de Bérgamo foi marcada por polêmica: os ultras da Atalanta exibiram uma faixa dura (“Você escolheu entrar para a história da nossa história, mas não pertencer a ela. Adeus, bandeira”), enquanto Gasperini defendeu o jogador: “Queriam que ele fosse esquecido como um sapato velho no armário? Ele não partiu por vontade própria.” Segundo o jornal, De Roon deixou o clube porque não fazia mais parte dos planos de Sarri e D’Amico, e em apenas 48 horas foi levado para Roma praticamente de graça.

Na capital italiana, além de reforçar o meio-campo, De Roon traz bagagem internacional: depois de Dybala, é o segundo jogador do elenco com mais partidas de Champions (44). Isso o torna uma referência para jovens como Pisilli, que podem crescer ao lado de sua liderança.

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