Texto por Colaborador: A. Rother 01/07/2026 - 03:30

O verão de 2024 trouxe esperança à Roma. Com Daniel De Rossi no banco e o elenco em processo de entrosamento, a diretoria dos Friedkin decidiu fechar com Dovbyk, o Pichici da última edição da La Liga. A torcida festejou a chegada de um novo artilheiro à capital italiana.

Agora, pouco mais de um ano depois, o cenário é outro. O futuro do ucraniano parece cada vez mais distante de Roma — e o próprio jogador sabe disso. Em entrevista ao podcast Rosso Dritto, na Ucrânia, Dovbyk falou com uma abertura incomum sobre sua relação com o clube, o passado e o que vem pela frente.

Um dos trechos mais curiosos da conversa diz respeito à ausência de comemorações exuberantes após seus gols. Questionado sobre o hábito, o atacante foi honesto: "Não sei, esse sou eu. Você lê, assiste ao noticiário, ouve coisas. Talvez seja meu subconsciente que me impede de levantar os braços e dizer: 'Ei, sou eu!'".

Mesmo com o futuro em aberto, Dovbyk não escondeu a admiração pela torcida giallorossa: "A Roma sempre lota o estádio. A Lazio não. 70 mil torcedores em todos os jogos, não importa o adversário. A torcida é fantástica. Às vezes você é rei, outras vezes desmorona. Se você marca um gol e o time vence, para eles você é o melhor da Europa. E sim, se eu marco um gol, principalmente no Olímpico, fico feliz."

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